Democratização da Mídia!

A insurgência de Flora Gonçalves entre as rádios livres e as antropologias - uma entrevista dialógica

A insurgência de Flora Gonçalves entre as rádios livres e as antropologias - uma entrevista dialógica

Entre 23 de novembro de 2013 e 19 de março de 2014 fizemos uma entrevista dialógica Guilherme Gitahy de Figueiredo (Guile), doutorando no Museu Nacional da UFRJ com a pesquisa "Inventando autonomias no Médio Solimões: histórias de vidas, rizomas e rádios livres", e Flora Rodrigues Gonçalves, autora da dissertação de mestrado "Rádios Livres: As controvérsias ainda pairam no ar? Uma análise antropológica das novas relações sociais de radiodifusão", defendida na UFMG em 2010.

Temos em comum a participação por anos em rádios livres e a pesquisa das nossas próprias vivências. Ela na Radiola, em Belo Horizonte (MG), e eu na rádio Muda de Campinas (SP) e depois nas rádios Pulga, no Rio de Janeiro, e Xibé de Tefé (AM). Porém, se me considero um pesquisador engajado, Flora afirmou ser uma insurgente. Ela silenciou quando perguntei o que queria dizer com isso. Elaborar uma definição seria, talvez, trair a sua insurgência. Entendi desta entrevista que a insurgência de Flora é a sua entrega aos fluxos de vida, não se deixando domesticar pelos formalismos da pesquisa científica, militância ou mesmo de uma entrevista.

Livro sobre o CMI-Brasil retrata parte da história do CMI-Tefé

Acaba de ser publicado e disponibilizado o livro "A rebeldia por trás das lentes: o Centro de Mídia Independente no Brasil", de Carlos André dos Santos (Cazé), versão revisada da dissertação de mestrado defendida na Universidade Federal de Santa Catarina em 2010. O autor foi voluntário do CMI-Brasil de 2004 a 2012. Assim como o jornalismo independente do CMI é feito de dentro ou junto aos movimentos sociais, como bem mostrado no documentário "Brad Will: uma noite mais nas barricadas", a pesquisa do Cazé é um olhar construído a partir de dentro, em diálogo com parte dos demais voluntários/as. É feita também de recombinações e apropriações de tradições da academia, contracultura, anarquismo clássico, do software livre, entre outras.

Rádio Xibé na Assembleia da OPOTIBAM dia 20/12

No dia 20/12/2013 a Xibé fez a transmissão ao vivo da Assembleia da Organizaçao dos Povos Indígenas da Terra Indígena Barreira da Missão (OPOTIBAM). Entre 2008 e 2009 foram gravados inúmeros relatos de história oral das quatro aldeias da Barreira. O material está sendo transcrito e a ideia de se publicar um livro foi retomada. O CMI já realizou 9 oficinas, mini-cursos e transmissões ao vivo de eventos na Barreira da Missão. No final de 2012 a rádio Xibé funcionou durante 4 meses na aldeia Barreira da Missão do Meio, sendo então totalmente produzida e gerida pela comunidade.

Editoriais antigos: Renasce o movimento de mulheres indígenas na Flor da Palavra de Tefé - AM | Nova Jornada Flor da Palavra começa em Assembléia indígena de Tefé

Nasceu no dia 7/12 a Rádio Livre Na Tora em Santo Antônio do Iça

Nasceu no dia 7/12 a Rádio Livre Na Tora em Santo Antônio do Iça

Entre os dias 5 e 7 de dezembro aconteceu o curso de extensão Cultura, Comunicação e Resistência na Escola Santo Antônio, de Santo Antônio do Iça. O curso abordou as teorias dos estudantes e de autores como Edward Said e Frantz Fanon sobre a cultura e o colonialismo, para debater com mais riqueza experiências antigas e atuais de movimentos sociais e ativismo midiático. Houve também uma oficina de rádio livre, com a instalação da rádio que logo foi batizada de Na Tora. Na gíria local este nome significa "de improviso", mas pode também ser entendido como "à força", entre outros sentidos que variam conforme o contexto e a região do estado do Amazonas.

Mais de 5 mil protestam nas ruas de Tefé

Nepotismo, demissões, descaso e desrepeito aos direitos cidadãos foram alguns dos motivos que levaram a população de Tefé, no Amazonas, para a rua. A Marcha Contra a Corrupção, organizada pelo Movimento Acorda Tefé, aconteceu na sexta feira, 6/12, e reuniu entre 5 e 6 mil pessoas que soltaram o grito de ordem: CHEGA!

A primeira manifestação do Movimento Acorda Tefé aconteceu em 25/6/2013 e reuniu 3 mil e 500 pessoas. O Acorda Tefé tem procurado se organizar através de reuniões em praças públicas, abertas e sem líderes. Além do protesto nas ruas, faz parte dos objetivos do Movimento realizar assembleias populares nos bairros da cidade e organizar o "Fórum Popular de Tefé", onde a população da cidade possa debater as políticas públicas e se preparar para exigir a sua participação direta na administração municipal.

Oficina de Rádio Livre em Jutaí

Oficina de Rádio Livre em Jutaí

Aconteceu nos dias 9 a 13 de outubro a Oficina de Rádio Livre em escola estadual de Jutaí, organizado pelo comunicador e educador popular Claudecir Januário Maricaua. O educador trabalha em uma rádio poste em sua cidade e é parceiro do CMI-Tefé e da Rede Ribeirinha de Comunicação ligada ao Instituto Mamirauá.

Rádio Xibé e Laboratório Comunitário de Mídia Digital participam de seminário da AMARC em Belém dia 29/8

Rádio Xibé e Laboratório Comunitário de Mídia Digital participam de seminário da AMARC em Belém dia 29/8

O professor Pedro Pontes de Paula Júnior, um dos fundadores da rádio Xibé de Tefé (AM) e atual animador do Laboratório Comunitário de Mídia Digital de Santo Antônio de Iça (AM) estará presente no seminário "Rádio Comunitária Para Todos os Povos", dia 29/08 em Belém (PA), organizado pela AMARC Brasil.

http://amarcbrasil.org/radios-comunitarias-para-todos-os-povos-seminario-da-amarc-brasil-em-belem-do-para-29-de-agosto-2013/

5 rádios realizam oficina de rádio livre no bairro Colônia Ventura

De 11 a 13 de julho, comunicadores populares das comunidades de várias partes do Médio Solimões realizaram, junto com o CMI-Tefé e o Instituto Mamirauá, uma oficina de rádio livre no Centro Irmão Falco no bairro Colônia Ventura de Tefé (AM). Entre os participantes estavam os voluntários das três rádios poste existentes nas comunidades Porto Braga (Uarini), Boca do Mamirauá (Alvarães) e na cidade de Jutaí, além das rádios Xibé e Voz da Ilha de Tefé. A atividade integrou o V Encontro de Comunicadores Populares, organizado pelo Instituto Mamirauá, e que contou também com produção cinematográfica e teatro.

Curso de rádio livre da Xibé no V Encontro de Comunicadores Populares - 11 a 13/07

Curso de rádio livre da Xibé no V Encontro de Comunicadores Populares - 11 a 13/07

Programação do curso de rádio livre:

Dia 11-
8h-10h Apresentação geral (da parte da Xibé, relato da história da rádio)
10h-12h Começo do curso de rádio livre
Apresentação dos participantes
Relato das histórias das rádios presentes (rádios comunitárias, rádios poste, etc)
História da rádio Voz da Ilha (Niele)
14h-16h30
Apresentação de alguns elementos da história das "rádios livres" (Guilherme)
Apresentação dos três aspectos principais a serem trabalhados no curso: trabalho coletivo, experimentalismo e criatividade, facilitação da liberdade de expressão
Apresentação sobre como democratizar a comunicação em grupos presenciais (Pedro)
Demonstração dos equipamentos da rádio e teste (se der tempo)
16h30 - Saída para a participação na II Manifestação Acorda Tefé

Dia 12 -
8h-10h - Formação de três equipes para a oficina de rádio livre na Colônia Ventura
Reunião das equipes para que possam definir de maneira autônoma que temas irão abordar e que estratégias irão definir para facilitar a participação da população do bairro no exercício da liberdade de expressão durante a oficina
10h-12h - Instalação da rádio no bairro e início das atividades

Manifestantes refundam Fórum Popular de Tefé dia 11/7, com assembleia e nova manifestação

No dia 25/06 3 mil manifestante saíram às ruas de Tefé (AM), levando inúmeros cartazes, cada um com sua reivindicação e sob o lema "Acorda Tefé". A diversidade de pensamentos e revoltas é uma marca das recentes manifestações, e isso acontece também em Tefé. As reuniões para a organização das manifestações estão sendo abertas, sem líderes, horizontais e contrárias ao aparelhamento por partidos políticos.

Dia 11/07 ocorrerá a Primeira Assembleia Popular e, logo após, a II manifestação Acorda Tefé. O dia estará também marcando a refundação do Fórum Popular de Tefé, de modo a tornar permanente a organização popular através de assembleias. Antes disso, reuniões públicas estarão acontecendo em praças de diversos bairros para tratar do problema da falta de energia na cidade, expandir os debates e mobilizar a população.

Saia do Facebook e vá à periferia - construa rádios e servidores livres

Saia do Facebook e vá à periferia - construa rádios e servidores livres

Nesta terça-feira, 18 de junho, o coletivo CMI-Tefé/rádio Xibé/Voz da Ilha esteve no bairro Colônia Ventura de Tefé (Amazonas) levando informações e imagens que estão circulando na internet sobre as manifestações, analisando as manipulações da mídia corporativa e relatando com imagens a história da luta pela democratização dos meios de comunicação em Tefé.

Esta é apenas a primeira visita de várias que o coletivo pretende realizar ao bairro, visando construir com os moradores estratégias de comunicação para a sua histórica luta por direitos fundamentais. A Colônia Ventura é, atualmente, um dos bairros mais marginalizados de Tefé e poucos na cidade conhecem as dificuldades que estão passando. O CMI-Tefé pretende construir com eles novas possibilidades de utilização de rádios livres, jornalismo popular e servidores livres.

Enquanto isso, uma nova organização da juventude de Tefé, articulada a partir do Facebook com a ajuda de seguidores locais da ideologia Anonymous, está recebendo reivindicações coletivas e organizando a manifestação popular e sem partidos para o dia 25/06, no centro da cidade.

Gritos na tela: Cinema de Tefé extrapola fronteiras

Gritos na tela: Cinema de Tefé extrapola fronteiras

Por: JONY CLAY BORGES

Associação formada por jovens há quase três anos alavanca produção cinematográfica no município do interior

Tefé não chega a ter uma sala comercial de cinema para oferecer a seus moradores, mas no município a 523 quilômetros de Manaus se faz cinema, e um cinema que já atravessou as fronteiras do Amazonas e até do Brasil. O fenômeno atende pelo nome de Fogo Consumidor Filmes, associação cinematográfica surgida da reunião de jovens em torno do trabalho feito pelo cineasta Orange Cavalcante da Silva na localidade desde o final de 2010. O grupo já produziu sete curtas-metragens, além de um média e do longa “Gritos na selva”, concluído no início deste ano.

LUTA LIBERTÁRIA/ANARQUISTA

LUTA LIBERTÁRIA/ANARQUISTA
A LUTA LIBERTÁRIA/ANARQUISTA NA LUTA E NA RESISTÊNCIA DO CAMPO

AO VIVO NA RÁDIO CORDEL LIBERTÁRIO

É de extrema importância não nos distanciarmos da luta e resistência travada no contexto rural pelxs companheirxs libertárixs/anarquistas, pois o diálogo entre campo, cidade e floresta nos possibilitam articulações e parcerias de luta, construindo assim uma luta não hierarquizada, que tem como centro o contexto urbano, e sim uma luta de apoios-mútuos nos diversos contextos.

O rádio nasceu nas revoluções sociais do começo do séc.XX

O rádio nasceu nas revoluções sociais do começo do séc.XX

Acesse aqui o texto "Brecht e a `Teoria do rádio`", de Celso Frederico:

Teoria do rádio - Celso Frederico

O trecho destacado abaixo relata o que as rádios eram para as pessoas em sua origem:

"Em sua origem, o rádio surgiu como um substituto do telégrafo, sendo, por isso, conhecido inicialmente como "sem-fio". Esse aparelho rudimentar era usado nos navios para transmissões telegráficas em código. Em 1916, houve uma revolta pela independência da Irlanda e os revoltosos, de forma pioneira, usam o "sem-fio" para transmitir mensagens. Essa foi a primeira utilização que se conhece do rádio moderno. Marshall McLuhan (1979, p. 342 – grifo nosso), comentando o episódio, observou:

Polícia Federal rouba o transmissor da Rádio Muda

Polícia Federal rouba o transmissor da Rádio Muda
Desde de muitos anos atrás a PF tenta acabar com o exercício da liberdade de expressão que as rádios livres, impulsionada pelas pessoas da própria comunidade, investindo em ações discriminatórias em torno da transmissão de programação alternativa.

A forma de veiculação horizontal e a participação sem desigualdade, praticamente irrita o poder público que sente a perca da dominação e alienação cultural sobre os portadores de rádio nas suas casas.

Domingo agora dia 16, entrou na Unicamp e apreendeu o transmissor da Rádio Muda, que fica na Praça do Ciclo Básico da universidade.

Relatos da segurança do campus, diz que não houve Mandado Judicial, e adentraram o estúdio que estava em funcionamento (aberto),levando o equipamento sem qualquer atitude da parte administrativa da universidade, o que torna suspeito a conivência dela.

Vale ressaltar que a universidade apesar de ser refência, também tem seu lado NEGRO e talvez deixar a água passar e fingir não saber, tentando calar iniciativas de democratização da comunicação, que utiliza de material abundante, na transmissão das palavras dos que moram e passam por ali.

MEDIDA CORTA ONDA DA ANATEL E BENEFICIA RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA E INDÍGENA

Uma medida provisória aprovada na Câmara dos Deputados nessa terça-feira (20/11) traz novos ventos para a comunicação popular e comunitária. No artigo publicado em nosso site Tem maracá na frequência, lembramos os principais entraves para que comunidades indígenas e quilombolas tenham acesso à radiodifusão comunitária e esse cenário pode mudar se a Medida Provisória n. 575/12 for aprovada também no Senado.

A prática da Anatel é cortar as ondas transmitidas pela maioria dos comunicadores comuns que usam baixa-potência. Mas, no caso dos territórios indígenas, como lembra Rafael Diniz, da Rádio Muda na Unicamp, “ a Anatel nem é autorizada a entrar para fazer medição.”

Com a nova definição, rádios com potência menor que 100W podem transmitir sem pedir licença, dando um freio na ação perseguidora da Anatel com as rádios comunitárias. Outra mudança prevista é que as transmissões que excederem os 100W, sem autorização, estarão sujeitas a punição que varia entre 6 meses (e não mais um ano) e dois anos de prisão.

Precisamos falar sobre o Facebook

Precisamos falar sobre o Facebook

Por muitos anos temos provido servidores e infraestrutura de comunicação para a esquerda. Temos feito o nosso melhor para manter servidores seguros e temos resistido por vários meios a requisições a dados de usuário/a feitas por autoridades.

Em resumo: tentamos oferecer uma forma de comunicação libertadora dentro da internet capitalista.

Sempre vimos a internet como um recurso para nossas lutas, e ao mesmo tempo a reconhecemos como um terreno político controverso, e agimos em consonância com isto. Pensávamos que a maior parte da esquerda a enxerga da mesma maneira. Mas uma vez que mais e mais pessoas na esquerda tem "usado" o Facebook (ou o Facebook as tem usado), não temos mais certeza sobre isso. Ao contrário, nosso trabalho político tem sido insuficiente e exaustivo. A comunicação criptografada com servidores autônomos não é tida como libertadora, mas como irritante.

Disneylândia

Períodos de Seca e Cheia - seis meses para cada um

Períodos de Seca e Cheia - seis meses para cada um

Podemos ver como a realidade da beleza natural de Tefé, isso influencia na chega da alimentos e combustíveis para atermelétrica, causando apagões em vários bairros do Município de Tefé-Amazonas, sem falar nas belíssimas práias que se abrem causando um verão de curtição e descanso para o fim de semana.

Vemos aí o trecho do igarapé Xidarini e o Lago de Tefé mais distante.

Hoje estamos na seca.

Município de Tefé e seus Techs Linux em atividades Libertárias - Parte I

Município de Tefé e seus Techs Linux em atividades Libertárias - Parte I
Desde o ano de 2006, quando houve a iniciativa de estarmos utilizando sistemas Linux para trabalhos voluntários como oficinas de instalação e apresentação, no Município de Tefé, no Amazonas.

Os coletivos da Rádio Xibé e Voz da Ilha, vem constantemente realizando um constante trabalho com esses sistemas e seus programas, elevando a formação tecnológica que as práticas de produção de conteúdo exige, é claro que, que o primeiro contato com programas como Scribus ou Cinelerra, levam um tempo para ter domínio, mas a aprendizarem diária e encontros de amigos em dias que não tem nada o que se fazer, reunem-se com suas máquinas na frente da casa de alguém do coletivo, e começamos a práticar.

Criar conteúdos para os sites:www.xibe.radiolivre.org e www.vozdailha.radiolivre.org, além de dar suporte a outros projetos como o www.amargem.libertar.org, www.movimento.libertar.org, e mais recente o www.sai.radiolivre.org, que são iniciativas de comunicação livre e aberta, onde as pessoas aprendem a publicarem utilizando de um sistema e programas linux, sem precisarem pagar um curso para aprender.

Não podemos deixar de visitar nosso quilombos

Não podemos deixar de visitar nosso quilombos

Dia da Consciência Negra

“Decretem nossa extinção e nos enterrem aqui”

Por Eliane Brum
A declaração de morte coletiva feita por um grupo de Guaranis Caiovás demonstra a incompetência do Estado brasileiro para cumprir a Constituição de 1988 e mostra que somos todos cúmplices de genocídio – uma parte de nós por ação, outra por omissão - Pedimos ao Governo e à Justiça Federal para não decretar a ordem de despejo/expulsão, mas decretar nossa morte coletiva e enterrar nós todos aqui. Pedimos, de uma vez por todas, para decretar nossa extinção/dizimação total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar nossos corpos. Este é o nosso pedido aos juízes federais.

O dia 7 de setembro de 1922 marcou a primeira transmissão de rádio no país; este ano a data marca o lançamento do DRMb

Há 90 anos, o dia 7 de setembro marcou a primeira transmissão de rádio no país que ocorreu simultaneamente à exposição internacional em comemoração ao centenário da Independência do Brasil.

Este ano, o dia 7 de setembro marcou - com o apoio do professor Luiz Fernando G. Soares da PUC-Rio, criador do Ginga - o lançamento do DRMb, a proposta de padrão para o Sistema Brasileiro de Rádio Digital.

>> Leia a Carta de lançamento

Link para o site DRM Brasil

DRMb: Uma proposta de padrão para o Sistema Brasileiro de RádioDigital

O meio rádio tem uma função central e extremamente relevante nacomunicação local, regional e fronteiriça no Brasil e na América do Sul.

Carta aberta da Liga dos Camponeses Pobres

Carta aberta da Liga dos Camponeses Pobres

Carta aberta da Liga dos Camponeses Pobres

Escrito por LCP do Nordeste
Seg, 05 de Abril de 2010

Vimos através dessa, denunciar os crimes que estão sendo cometidos na cidade de Lagoa dos Gatos pelo latifundiário, proprietário-herdeiro, Deputado Federal Eduardo da Fonte. No dia 18 de março, o Deputado Federal enviou seu irmão, Maurício da Fonte, para comandar pessoalmente o despejo das famílias acampadas no latifúndio Peri-peri, ordenando que um trator destruísse as casas de alvenaria e barracos de lona dos acampados, as lavouras e roçados de batata, macaxeira, milho e feijão.

No momento da destruição das lavouras, munidos de uma câmera fotográfica, vários acampados se organizaram para registrar a ação. O referido trator foi fotografado destruindo a roça de macaxeira, bem como vários pistoleiros munidos de armas de fogo, inclusive de grosso calibre, que estavam ali garantindo a destruição da plantação das famílias camponesas.

Comunidade indígena a 200 metros do futuro porto de Tefé

Comunidade indígena a 200 metros do futuro porto de Tefé
Este ponto é na beira da estrada da EMADE, km 23. Onde começa a reserva indígena da Barreira de Baixo, das etnias Cocama e Ticuna. A 200 metros fica localizado o futuro porto de Tefé. Correndo contra o tempo, a comunidade indígena tenta acelerar projetos auto-sustentáveis para impedir o impacto social que virá com a construção do porto.

Daí se tem uma visão da proximidade e devastação que ocorrerá caso se legitime a construção, o que para nós não deve acontecer, por motivos de convocações de reuniões onde eles atentos a isso, buscam maneiras de resistir no local, contra esse prejudicial "desenvolvimento".

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