Como não ser enganado nas eleições - Precisamos aprender com urgência!

Como não ser enganado nas eleições - Precisamos aprender com urgência!
“Você sabe que um candidato é mentiroso e tenta enganá-lo quando:

1- Tem soluções para todos os problemas e, pior, tentar provar que há recursos e que é possível resolvê-los todos se for eleito;

2- Diz que vai realizar mais obras e prestar mais serviços (aumentar mais as despesas) e, ao mesmo tempo, afirma que vai reduzir os impostos, ou mesmo que não vai aumentá-los;

3- Gasta mais tempo em criticar os adversários e as propostas deles do que na defesa de suas próprias idéias”. (Ronald Kuntz, especialista em Marketing Político, em artigo constante do livro “Como não ser enganado nas eleições”; seu artigo tem 16 orientações sobre políticos mentirosos e informações importantes para o eleitor entender e analisar imagens e atitudes desses mesmos políticos).

“Uma velha máxima diz que, na publicidade, não existe verdade: existe a imagem, a impressão da verdade, que pode muito bem ser uma mentira. Em outras palavras ‘não é o que você diz, é o que o outro entende’. Não é à toa que a política, área em que a verdade nunca foi prioritária, casou tão bem com a publicidade”. (Nelson Sá, jornalista e crítico de televisão, autor do texto “A Mentira e a Televisão”, constante do livro “Como não ser enganado nas eleições”).

“Se todos nós votássemos com mais razões e menos emoção, procurando ver o que representam e quem são realmente os candidatos, o que eles fizeram e falaram no passado, certamente teríamos um Brasil melhor”. (Boris Casoy, é jornalista e apresentador de telejornal; escreveu o artigo “A arte de enganar” que faz parte do livro “Como não ser enganado nas eleições”).

“O candidato aparece na televisão e diz: ‘Sou candidato, mas não sou político. Detesto política. Quero seu voto, mas prometo que não vou fazer política’. É um grande mentiroso que, curiosamente, tem por base um pequeno truque de palavras. O que esse tipo de candidato realmente faz é insinuar que existe uma fronteira nítida entre os políticos e os não-políticos. Ou entre os ‘bons’, os que praticam a ‘verdadeira’ política, a política com P maiúsculo, e os outros, a maioria, os maus, os politiqueiros”. (Bolívar Lamounier é um dos sociólogos mais respeitados de nosso país; escreveu o artigo “Uma grande mentira” que faz parte do livro “Como não ser enganado nas eleições”).

Eleição ainda não é considerada pelo brasileiro como um ato de cidadania, que define não apenas vencedores e vencidos nos pleitos eleitorais, mas o futuro de uma cidade, estado ou mesmo de todo o país. Somos vítimas de nossa desinformação, da péssima distribuição de renda, do analfabetismo, da fome ou das doenças que afetam nossa condição física e emocional. Se não votarmos conscientemente, dificilmente escaparemos desse círculo vicioso que nos lega tantos problemas quanto os mencionados.

Temos que conscientizar as parcelas menos favorecidas da importância do voto. Devemos informar as novas gerações quanto ao compromisso com o futuro percebido num pleito eleitoral. Necessitamos disso pelo futuro do país e de cada um de nós. Realizações como o livro “Como não ser enganado nas eleições” são contribuições importantes para efetivar essa transformação. Cabe a nós professores e formadores de opinião, efetivamente colocar em prática esses e outros ensinamentos...

Obs.: Foram retiradas techos do texto original, e as imagens disponíveis nessa matéria constam do livro “Como não ser enganado nas eleições”.

Pesquisa: http://www.palavrazzi.com/2010/09/dicas-para-identificar-um-mentiroso/