Blog de Azazel

COMIDAS E FRUTAS LOCAIS - SABORES AMAZONDÍACOS

Na preocupação de mostrar o que comemos e bebemos por aqui em Tefé - Amazonas, resolvemos colocar visualmente e com breve descrição, coisas gostosas de se provar na lígua quando um dia estiverem de passagem pela Princesa do Solimões, Município de Tefé, no coração da Amazônia.

Então vamos lá.

>> FRUTAS - VOCÊ PRECISA EXPERIMENTAR <<

Marí

As pessoas comem muito mari no café da manhã, com farinha amarela e café preto, é oleoso e come raspando com os dentes a superfície do caroço graúdo. Sem fala que você come ele com farinha amarela. Um dica interessante e de desgrudar os olhos, é que você encontra muitas frutas, legumes e peixes logo cedo, as 50:30 da manhã na feira, entre 06:00 e 07:00 da manhã também é um bom horário, e você pode tomar café por lá mesmo, tem pão com tucumã ou beiju feito de goma com castanha, é ótimo estar cedinho na feira.

Abiu

imagens comida em anexo

imagens em anexo

MEDIDA CORTA ONDA DA ANATEL E BENEFICIA RADIODIFUSÃO COMUNITÁRIA E INDÍGENA

Uma medida provisória aprovada na Câmara dos Deputados nessa terça-feira (20/11) traz novos ventos para a comunicação popular e comunitária. No artigo publicado em nosso site Tem maracá na frequência, lembramos os principais entraves para que comunidades indígenas e quilombolas tenham acesso à radiodifusão comunitária e esse cenário pode mudar se a Medida Provisória n. 575/12 for aprovada também no Senado.

A prática da Anatel é cortar as ondas transmitidas pela maioria dos comunicadores comuns que usam baixa-potência. Mas, no caso dos territórios indígenas, como lembra Rafael Diniz, da Rádio Muda na Unicamp, “ a Anatel nem é autorizada a entrar para fazer medição.”

Com a nova definição, rádios com potência menor que 100W podem transmitir sem pedir licença, dando um freio na ação perseguidora da Anatel com as rádios comunitárias. Outra mudança prevista é que as transmissões que excederem os 100W, sem autorização, estarão sujeitas a punição que varia entre 6 meses (e não mais um ano) e dois anos de prisão.

Porque uma Rádio Livre?

Primeiro de tudo, não confunda rádios piratas com rádios livres.

As rádios piratas (a Merkur, a Caroline e outras) nasceram no final da década de 50 na Inglaterra e eram financiadas por grandes grupos econômicos dos Estados Unidos interessados no mercado europeu; como a Ford, a Lever ou a American Tobacco. Levavam este nome porque transmitiam a partir de estações montadas em barcos estacionados fora das águas territoriais britânicas, como forma de burlar a tutela estatal.

As rádios livres (a Milano Internazionale e a Emmanuel de Ancona) nasceram na Itália na primavera de 1975 e, nesta ocasião, ainda não tinham uma atuação cultural, e eram construídas por técnicos eletrônicos aficcionados em rádio (como este que lhe fala) que se converteriam em suporte técnico quando as rádios livres explodissem,

Nossa razão é de que os aparelhos sejam utilizados pela população e não seriam apenas receptores, mas sim transceptores ( transmissor + receptor ), permitindo que esses, além de ouvir, também pudessem falar.

Política e Princípios

Procuramos garantir espaço para que qualquer pessoa, grupo (de afinidade política, de ação direta, de artivismo) e movimento social - que estejam em sintonia com esses objetivos - possam publicar sua própria versão dos fatos.

Acreditamos que dessa maneira estaremos rompendo o papel de espectador(a) passivo/a e transformando a prática midiática. Para isso, o site funciona como um mecanismo de publicação aberta e automática, colocando no ar notícias, artigos, comentários, fotos, áudios e vídeos. Esse mecanismo rompe com a mediação do/a jornalista profissional e com a interferência de editores/as no conteúdo das matérias. As produções não são modificadas, salvo a pedido do/a autor(a), ou quando pequenas formatações são necessárias para facilitar sua exibição.

São bem-vindas as publicações que estejam de acordo com os princípios e objetivos da rede, como:

- relatos sobre o cotidiano dos/as oprimidos/as;
- relatos de novas formas de organização (como o Movimento Passe Livre, Movimento dos/as Trabalhadores/as Desempregados/as, as/os zapatistas no México, as/os piqueteiras/os na Argentina, as redes de economia solidária, etc.);

Por que somos totalmente legitimos no direito de usarmos os meios de comunicação?

Embasados naquilo que nos temos como constituição federal na qual nela nos apoiamos para termos o âmbito legal no direito de transmitirmos ou nos comunicarmos seja ele por meios radiofônicos, informativos populares, informativos digitais (Sites), rádio virtuais, rádio-portes, rádios livres, rádios comunitárias ou quaisquer outros meios de comunicação seja ele impresso, escrito ou falado. O pacto de San José da Costa Rica no Artigo 13 nos incisos I e III, fala da seguinte maneira “1. Toda pessoa tem o direito à liberdade de pensamento e de expressão. Esse direito inclui a liberdade de procurar, receber e difundir informação e idéias de qualquer natureza, sem considerações de fronteiras, verbalmente ou por escrito, ou em forma impressa ou artística, ou por qualquer meio de sua escolha. ’’ e “3. Não se pode restringir o direito de expressão por vias e meios indiretos, tais como abuso de controles oficiais ou particulares de papel de imprensa, de Freqüências radioelétricas ou de equipamentos e aparelhos usados na difusão de informação, nem por quaisquer outros meios destinados a obstar a comunicação e a circulação de idéias e opiniões. ”.

A Apologia das Rádios livres Tefeenses podemos Transmitir SIM, diga NÂO a repreensão comercial

Apologia significa propriamente e literalmente defesa, então esse artigo vem em defesa das Rádios livres Tefeense. Mais uma vez venho embasado para defende esse movimento com a constituição federal a começar pelo:
Art. 1º - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
I - a soberania;
II - a cidadania;
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

As rádios livres e comunitárias, não tem desrespeitado a ninguém pelo contrario, somos totalmente ligados a sociedade em um todo trabalhando em prol da comunidade dos comunitários e do município, resgatando a dignidade de muitos jovens que muita das vezes são excluídos pela sociedade, os valores sociais e cunho trabalhista e valorizado e incentivado pelos programadores e pelo coletivos de ambas as rádios livres seja ela Xibé ou Voz da Ilha.
Art. 3º - incisos I, III e IV.
I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

O direito de Comunicar, por que eles podem e nos não???

Radio comunitária ela tem que ter a voz e a identidade de uma comunidade onde todos podem ter voz de falar a realidade.
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