Democratização da Mídia!

Projeto Minitransmissores faz seu último encontro no programa Club Five

Projeto Minitransmissores faz seu último encontro no programa Club Five
No dia 13 de dezembro aconteceu o décimo sexto encontro do Projeto Construção de Minitransmissores da Escola Estadual Nazira Litaiff Moriz, no Programa Club Five da rádio Alternativa. Além de acompanhar os bastidores do programa, alguns dos participantes do Minitransmissores deram entrevistas: Leomicy Nascimento fez um relato sobre o Minitransmissores; Guilherme Figueiredo contou como foi a ida de integrantes da Xibé no seminário da AMARC em Teresina e falou sobre rádio digital; Elton Marques foi entrevistado sobre a sua atuação na promoção do esporte; e Sérgio Fonseca e Luisa Maria conversaram sobre as oficinas de comunicação que a Voz da Ilha e o Club Five realizaram na comunidade Boa Vista da FLONA-Tefé.

Voz da Ilha e Club Five realizam oficinas em encontro de jovens na comunidade Boa Vista

Voz da Ilha e Club Five realizam oficinas em encontro de jovens na comunidade Boa Vista
O Coletivo da rádio Livre Voz da Ilha 100.5fm, foi convidada para uma reunião na sala do ICMBio pelo Rafael e Huéfeson da APAFE. Eu Sérgio Luiz como intermediador do coletivo, participar da reunião onde foi proposta uma nova atividade conjunta com a juventude da Comunidade Boa Vista, São Sebastião e as demais comunidades da Reserva Flona de Tefé.

De acordo com disponibilidade da comunidade, a data escolhida foi dia 04, 05 e 06 de dezembro de 2015, final de semana a pedido dos moradores da Flona, diante disso, iniciou-se a preparação do material e levantamento de compra de peças e componentes, e ainda outros materiais metareciclados para serem utilizadas na oficina.

Dia 04 – De09:00 as 12:00

Início

Sr. Armelindo – abertura e boas vindas.
Huéfeson (APAFE) – Abertura e recapitulação de atividades anteriores
Ronilson e Leila ( intercâmbio RDS Rio negro) – Relato de experiência
Mônica(ex-comunitária) – com dinâmicas de entretenimento
Huéfeson – esclarecimentos sobre a Associação Flona de Tefé

Dia 04 – De 14:10 as 17:30

Continuação

Sr. Armelindo – abertura e informes.
Huéfeson – Energia renováveis e não renováveis, e alternativas.

Indígenas da Xibé abrem seminário da AMARC em Teresina

Indígenas da Xibé abrem seminário da AMARC em Teresina
O miranha Jonas Duarte Cruz e o ticuna Sílvio Almeida Bastos da rádio Xibé, de Tefé (AM), e a mãe de santo Beth de Oxum da rádio Amnésia, de Olinda (PE), abriram o I Seminário Regional Norte e Nordeste Convergências Midiáticas da Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC-Brasil), realizado em Teresina nos dias 4 e 5 de dezembro de 2015. O tema do seminário foi "o futuro das rádios comunitárias em tempos digitais", e as rádios Xibé e Amnésia foram as responsáveis pela "key note" do evento, mostrando que os povos indígenas e afrobrasileiros estão se apropriando das tecnologias analógicas e digitais em sua luta por autonomia cultural. Além das falas iniciais, Jonas Duarte brindou a abertura com um ritual miranha, Sílvio trouxe canto ticuna e Beth de Oxum uma batucada de côco de umbigada, expressando que a diversidade de linguagens é outra aliada do direito à diferença. A diversidade de mídias e linguagens precisa ser levada em conta quando se fala em "convergência midiática".

Xibé indígena se apresenta no Seminário Nacional de Educação da Amazônia da UEA de Tefé

Xibé indígena se apresenta no Seminário Nacional de Educação da Amazônia da UEA de Tefé
Sílvio Bastos, Jonas Cruz e Guilherme Figueiredo apresentaram a palestra "A rádio Xibé e os povos indígenas" no I Seminário Nacional de Educação na Amazônia do CEST/UEA "Entre Rios e Memórias", realizado nos dias 30/11 e 1/12/16. A palestra foi parte da mesa "Educação no Amazonas: Mídias e Tecnologias", que aconteceu no dia 30/11/2015 com o professor Alcemir Teixeira como mediador, e tratou da atuação da rádio Xibé em terras indígenas e da participação indígena na rádio. O ticuna Sílvio Bastos fez um relato sobre a presença da rádio na Terra Indígena Barreira da Missão a partir de 2007, e mostrou imagens de festas, danças e rituais ticunas que têm sido fortalecidas com as transmissões pelo rádio. O miranha Jonas Cruz narrou suas experiências com a rádio Xibé, destacou a falta de espaço para as culturas indígenas nas rádios comerciais, e afirmou a importância da rádio livre para a educação ao valorizar a língua e demais aspectos da culturas indígenas e ribeirinhas.

Oficina da rádio livre em reunião do Fórum Pró-Várzea, na Ilha do Tarará

Oficina da rádio livre em reunião do Fórum Pró-Várzea, na Ilha do Tarará
Aconteceu em 18 de novembro de 2015 uma oficina de rádio livre da Xibé na comunidade Santa Cruz, que fica na Ilha do Tarará. Ela integrou uma reunião do Fórum Pró-Várzea Tefé/Alvarães, que contou com a participação de vários presidentes de comunidade para discutir o problema da falta de assistência governamental no Programa Luz Para Todos. A Xibé realizou a transmissão ao vivo da reunião, e também incluiu na pauta a discussão sobre a importância da comunicação comunitária. O coletivo da rádio Xibé se disponibilizou para ajudar com conhecimentos, experiência, oficinas e cursos, caso as comunidades locais queiram ajuda para criar outros meios de comunicação próprios. O principal articulador desta ação foi Antônio Nascimento, militante do Movimento Estudantil Universitário (MEU).

Xibé transmite protesto de professores e estudantes da UEA (relato de Thiago Santos destaca o caráter pedagógico da rádio livre)

Xibé transmite protesto de professores e estudantes da UEA (relato de Thiago Santos destaca o caráter pedagógico da rádio livre)
Professores e estudantes do CEST/UEA paralisaram as atividades regulares do Centro e realizaram um dia de debates e protesto em 10 de novembro de 2015. Foi a primeira vez que o protesto foi organizado tanto nas unidades do interior quanto na capital da UEA, usando-se para isso a comunicação através da rádio livre e das redes sociais. Segundo Thiago Santos, coordenador cultural do SINDUEA, o principal questionamento dos estudantes e professores de Tefé foi contra a paralisação das obras de ampliação do Centro. Entre os professores das várias unidades da UEA as reivindicações foram contra a precarização e sucateamento, a falta de material de consumo e expediente, os cortes nos investimentos, o não pagamento de bolsas a estudantes e a redução do salário real dos professores. A mobilização aconteceu em Tabatinga, Parintins, Itaquatiara, Tefé e Manaus. Além disso, a ação também foi parte de um dia de mobilização nacional da ANDES contra o corte de verbas para as universidades públicas.

Rádio indígena é tema de pôster na ABRAPLIP do Interior

Rádio indígena é tema de pôster na ABRAPLIP do Interior
No dia 5 de novembro de 2015 a indígena mayoruna Darlene dos Santos Cavalcante apresentou o pôster "A rádio poste: uma nova maneira de interação na aldeia Marajaí" no Congresso da Associação Brasileira de Professores de Literatura Portuguesa (ABRAPLIP) do Interior. O trabalho traz os primeiros resultados da sua pesquisa sobre a rádio da sua aldeia, que foi criada em 17/03/2013. A pesquisa tem o objetivo de analisar o que vem mudando na aldeia depois da criação da rádio, e adota o método da pesquisa participante, ou seja, a ideia é os moradores participarem ativamente da reflexão sobre a rádio. Segundo Darlene, a rádio vem fortalecendo as atividades comunitárias de organização política, saúde, educação, esporte, trabalho, religião e serviços de utilidade pública.

Pesquisador de rádio João Malerba faz palestra na UEA de Tefé

Pesquisador de rádio João Malerba faz palestra na UEA de Tefé
No dia 29 de setembro de 2015, a aula de sociologia da educação do segundo período de geografia da UEA contou com uma apresentação do pesquisador João Malerba sobre a situação das rádios comunitárias na América Latina. Malerba é doutorando em comunicação pela UFRJ e militante da Associação Mundial de Rádios Comunitárias, e esteve em Tefé para realizar entrevistas com voluntários das rádios Xibé e Voz da Ilha para a sua tese.

Depois da sua apresentação, as cinco adolescentes do programa Club Five da Rádio Educação Rural de Tefé fizeram um relato sobre a experiência inovadora que estão realizando no rádio, abrindo espaço para a participação da juventude da cidade em um programa que possui o dinamismo das rádios comerciais, mas tem um caráter educativo e o apoio do educomunicador Welner Campelo (professor do C.E. Gilberto Mestrinho). No dia 20 de setembro as adolescentes fizeram uma apresentação sobre o seu trabalho para os participantes do "Projeto construção de minitransmissores da Escola Nazira" (também divulgado aqui no site como Ajuri da Educomunicação), e desde então passaram a integrar as atividades colaborativas do grupo.

Xibé e Voz da Ilha participam de encontro de jovens na FLONA dias 26 e 27/9/2015

Xibé e Voz da Ilha participam de encontro de jovens na FLONA dias 26 e 27/9/2015
O coletivo Voz da Ilha, que faz atividades relacionada à comunicação comunitária e ativismo popular, participou de uma articulação,na qual foi discutido uma forma de atuação em parceria,coma Associação de produtores Agroextrativista da Flona de Tefé e Entorno – APAFE, na pessoa do Francisco Dárcio Falcão, Huéfeson membro da APAFE, o ICMBio dando apoio logístico através do funcionário Rafael, Sérgio Luiz (Serginho) membro do Coletivo Voz da Ilha e Jhakuma da Xibé, e Camila voluntária da União (atuante pelo MMA), visando atuação na Reserva Flona de Tefé-Am.

Estabeleceu os dias vinte e seis e vinte e sete de setembro de dois mil e quinze, como dias de atividade na Comunidade São Sebastião no Rio Curumitá, segundo a programação discutida em reunião anterior, onde foi definido o seguinte:

Dia 26 – as 09:00

Apresentação de todos os envolvidos
Serginho – Coletivo Voz da Ilha
Jhakuma – Coletivo da Xibé
Camila – Ministério do Meio Ambiente
Rafael – ICMBio
Huéfeson – Associação Flona de Tefé

Dia 26 – De 09:10 as 09:30

Apresentação do ICMBio e sua forma de atuação
Rafael – ICMBio
Huéfeson – Associação Flona de Tefé (mediador)

Oficina de rádio livre na Aldeia Marajaí

Oficina de rádio livre na Aldeia Marajaí
Aconteceu no dia 7/7/2015 uma oficina de rádio livre na Aldeia Marajaí, localidade do povo Mayoruna no município de Alvarães (AM). A ação foi realizada pelos voluntários das rádios livres Voz da Ilha, Xibé e mais uma dezena de participantes do grupo de estudantes, professores e militantes que estão se reunindo em torno do projeto "Construção de minitransmissores na Escola Nazira" para desenvolver ações e pesquisas de educomunicação. A atividade fez parte do Festejo de Nossa Senhora de Nazaré, e aconteceu em meio à gincana que ocorreu de tarde na Escola Indígena Nossa Senhora de Nazaré. A comunidade também estava cheia de crianças e professores da Escola Municipal Nossa Senhora do Rosário, da Vila de Nogueira, que também participaram da oficina.

Rádio Xibé participa do I Seminário sobre rádio digital, rádios comunitárias e comunicação alternativa em Santarém (PA)

Rádio Xibé participa do I Seminário sobre rádio digital, rádios comunitárias e comunicação alternativa em Santarém (PA)

Como parte das atividades da greve da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), o evento começou no dia 18 de agosto de 2015, às 9h, com uma aula pública do professor Guilherme Figueiredo da Universidade do Estado do Amazonas que fez um relato da experiência de parceria desta universidade com as rádios livres de Tefé (AM). No mesmo dia, às 14h, começou uma oficina de construção de receptores de rádio digital DRM organizada por Marcelo Lobato e os estudantes do Oficiber - Labmaap - Laboratório Aprendizagem Ativa e Labtic, que terminou no dia seguinte.

Ajuri da Educomunicação na Escola Estadual Nazira Litaiff Moriz

Ajuri da Educomunicação na Escola Estadual Nazira Litaiff Moriz

Nesta quarta (8/7/15), 19h, será o terceiro encontro de professores, estudantes e voluntários com o desejo de trabalhar a educomunicação na escola Nazira. A primeira regra do grupo é que dentro dele ficam abolidas as hierarquias entre professores, alunos, universidade, escola e moradores. Espera-se com isso maximizar a inteligência, a criatividade e a mobilização para promover transformações na escola Nazira e bairros próximos. Até o final de agosto os encontros serão para o compartilhamento de pesquisas individuais ou em pequenas equipes, além da discussão de filmes e o planejamento de um curso aberto à escola e ao bairro que será realizado no começo de setembro.

A ideia é o curso servir como espaço de aprendizagem e planejamento para um projeto coletivo de organização e mobilização na escola e no bairro entre outubro e novembro. O tema gerador do processo é "rádio livre na escola", mas a partir dele as possibilidades são ilimitadas. Já há colaboradores que vão trabalhar temas como "grêmio livre", "bullying", "educomunicação", "oficinas de física" e "culturas indígenas", mas a maioria ainda está escolhendo.

A Nave Vai

A Nave Vai

Entre abril e maio o CMI-Tefé e a Associação Fogo Consumidor Filmes participaram da expedição A Nave Vai, composta por comunicadores andinos e amazônicos do Brasil, Equador e Peru e que cruzou os três países entre Quito e Tefé conhecendo as comunidades, cidades, lutas e problemas sociais enfrentados por esses comunicadores e seus povos. Por parte do CMI-Tefé participaram Jhqcunam, da etnia Miranha, e Tchimaucu, que é Ticuna e participou do trecho entre Tabatinga e Tefé. Do Fogo Consumidor foi Jhanderson Moraes.

A equipe com doze comunicadores, em sua maioria indígenas, esteve em Tefé entre os dias 12 e 19 de junho encontrando e assistindo palestras da rádio Xibé, rádio Voz da Ilha, Fogo Consumidor e Aparecidos Políticos, um grupo de Fortaleza que mescla arte e política para fazer aparecer a memória dos desaparecidos da ditadura militar e que no dia 13 lançou em Tefé o livro Mini-manual de arte guerrilha urbana. Os comunicadores também deram entrevistas nos programas Voz da Universidade, na Rádio Educação Rural de Tefé AM, e Rock Time, na rádio Mel FM.

Participe da oficina com o lançamento do livro Minimanual da Arte Guerrilha Urbana - sábado 13/06 18h na UEA

Participe da oficina com o lançamento do livro Minimanual da Arte Guerrilha Urbana - sábado 13/06 18h na UEA

Inspirados no ‘Minimanual do Guerrilheiro Urbano’ escrito pelo inimigo público nº1 da ditadura militar, Carlos Marighella, em 1969, o coletivo de arte ativista “Aparecidos Políticos” lançará o “Minimanual da Arte Guerrilha Urbana” com o objetivo de demandar do Estado brasileiro o cumprimento das recomendações do Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade assim como expor algumas técnicas de ação, aliando arte e política, no intuito de barrar as recentes ondas de conservadorismo. O projeto, a ser lançado inicialmente em seis cidades, foi contemplado dentro do edital Programa Rede Nacional Funarte Artes Visuais – 11ª Edição.

Nascido em Fortaleza-CE, em 2010, depois de presenciar a chegada dos restos mortais do desaparecido político Bergson Gurjão e de observar homenagens concedidas a militares que atuaram na ditadura, o grupo vem realizando exposições e intervenções, no Pará, Pernambuco, Distrito Federal, São Paulo, Ceará, e inclusive na Argentina, sobre a importância da justiça de transição de uma ditadura para uma democracia. O coletivo já recebeu algumas premiações como a do histórico 65º Salão de Abril e uma homenagem da Assembléia Legislativa do Estado do Ceará.

Rádio Acorda Tefé transmite paralisação de docentes e estudantes da UEA de Tefé

Rádio Acorda Tefé transmite paralisação de docentes e estudantes da UEA de Tefé

O Centro de Tefé da Universidade do Estado do Amazonas participou da paralisação nacional do dia 29/05. Durante todo o dia aconteceram debates e assembleias horizontais sobre os problemas da universidade, as políticas para a educação e as atuais ameaças aos direitos dos trabalhadores, com transmissão ao vivo pela rádio livre Acorda Tefé. No final da tarde foi feito um ato público criativo na frente da universidade.

Voz da Ilha leva debate sobre software livre para a universidade

Voz da Ilha leva debate sobre software livre para a universidade

"Nos dias 7 e 9 de Abril, das 14:00 as 18:00, a Palestra sobre Ferramentas de Software Livre em Movimentos Sociais de Inclusão. Foi uma abordagem sobre o surgimento da informática e dos Sistemas Operacionais GNU Linux e Windows, e suas evoluções, com destaque para as ferramentas livre que o mundo GNU Linux pode oferecer aos movimentos que necessitam de confiabilidade no trafego de dados, armazenamento e construção de espaços de conversação e articulação.

Houve ainda debate sobre o futuro da internet, meios de segurança das informações através de emails e listas, a criptografia e sua importância com dados sigilosos. E ainda uma mostra de uso de programas livres em sistemas livres como: Ardour, Cinelerra, Inkscape, Gimp, Mixxx, Scribus. Foi uma exemplificação de como podemos utilizar estas ferramentas no dia a dia, e que podemos mobilizar com quase custo Zero, a criação de material para publicação e divulgação local.

Quando na apresentação, foi questionado sobre os mitos de virus em Software Livre, segurança de dados, recuperação de arquivos, coisas rotineiras e problemáticas que o windows oferece.

Rádio livre Voz da Ilha realiza oficinas em São Félix do Xingu

Rádio livre Voz da Ilha realiza oficinas em São Félix do Xingu

A Voz da Ilha foi o coletivo que teve a melhor pontuação ao submeter uma proposta ao edital do LabCEUs(Laboratório de Cidades Sensitivas), ligado à Universidade Federal de Pernambuco. Com recursos do Ministério da Cultura, o edital oferece recursos para que pessoas e coletivos desenvolvam oficinas nos CEUs (Centros de Artes e Esportes Unificados), espaços inovadores que mesclam arte e esporte criados pelo Governo Federal em alguns municípios. Com isso o voluntário Gleison Martins está passando uma temporada de 4 meses no município de São Félix do Xingu (PA), realizando diversas oficinas e atividades com a população local.

A volta do Movimento Acorda Tefé

A volta do Movimento Acorda Tefé

No começo de 2015 o Movimento Acorda Tefé voltou a se reunir em praça pública na Igreja Bom Jesus, contando com a participação de movimentos sociais de Tefé como a Pastoral da Juventude, a Associação de Proteção aos Animais de Tefé, a Agenda Positiva, o Centro de Mídia Independente de Tefé, o Sindicato dos Docentes da Universidade do Estado do Amazonas, etc. A primeira ação do Acorda Tefé este ano foi a realização de um abaixo-assinado pela realização de concurso público para a prefeitura, pois os políticos se aproveitam dos empregos temporários para transformar os órgãos públicos em máquinas eleitorais. O último concurso foi anulado e as pessoas ainda não tinham recebido o valor da inscrição. No momento o movimento está ajudando a mobilizar a população para participar da Conferência Municipal de Saúde. As assembleias de 7 e 9 de fevereiro do Acorda Tefé foram transmitidas ao vivo pela rádio livre Acorda Tefé, criada pelo movimento para dar expressão democrática aos movimentos populares. Atualmente o Acorda Tefé está se reunindo nos segundo e quarto sábado de cada mês, na área de convivência do CEST-UEA.

O fim de nossa privacidade e liberdade na Internet

O fim de nossa privacidade e liberdade na Internet

Dilma e Zuckerberg estão a violar o que diz extamente o artigo 14 do Marco Civil.

"Art. 14. Na provisão de conexão, onerosa ou gratuita, é vedado guardar os registros de acesso a aplicações de internet." Dito de outra forma: quem guarda registros de conexão não pode guardar registros de navegação.

Todos os dados que o Brasil estive movendo pelas suas redes, estará sendo monitorado.

II Curso Comunicação, Cultura e Resistência na Igreja Bom Jesus

II Curso Comunicação, Cultura e Resistência na Igreja Bom Jesus

Aconteceu nos dias 1, 2, 8 e 9 de novembro de 2014 a segunda edição do minicurso da rádio Xibé e do Laboratório de Comunicação Livre da Universidade do Estado do Amazonas, desta vez voltado aos adolescentes da Pastoral da Juventude na Igreja Bom Jesus. O curso tratou da história das rádios livres e comunitárias e suas relações com a cultura, a democracia e o desenvolvimento tecnológico. Foi assistido e debatido o filme "Uma onda no ar", e prática de rádio livre com a Xibé. A estudante de física Suelen de Souza Corrêia da UEA deu uma aula de eletromagnetismo e depois fez uma oficina de construção de mini-transmissores. A experiência foi tema de sua monografia, que ela defendeu no final do ano. Um dos debates que atravessou todo o curso foi a importância da popularização da ciência para fortalecer as pesquisas amadoras e o desenvolvimento tecnológico popular. Sempre que o povo tem um maior poder de inventar tecnologias ou novos usos para elas, as ferramentas tornam-se mais apropriadas e democráticas. As rádios livres são um bom exemplo disso.

Seminário Internacional discute rádio digital e espectro livre no Rio de Janeiro

Seminário Internacional discute rádio digital e espectro livre no Rio de Janeiro

A experiência da Xibé foi levada para o III Seminário Internacional Espectro, Sociedade e Comunicação, que reuniu ativitas e pesquisadores de mídias livres na Universidade Federal do Rio de Janeiro nos dias 14 e 15 de outubro de 2014. Também estavam presentes as rádios livres Grimpa, Gralha, Muda, Interferência, Pulga, Cúpula, Bronka (esta de Barcelona) além de rádios educativas e experimentais como a rádio MEC e a Radiofórum e a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (AMARC). Também estabam os pesquisadores Mário Sá Rego Costa (UERJ) , Ivana Bentes (UFRJ), Rafael Diniz (Telemídia – PUC-Rio), Arthur William (Rebaixada.org), Thiago Novaes (UnB) e Nils Brock (Flujos.org).

Um pouco da III Mostra de Zines na UEA...

Um pouco da III Mostra de Zines na UEA...

Não deu muita gente na III Mostra de Zines, mas quem foi amou. Começando por volta de 15h, muita gente passou por ali e conheceu mais sobre o mundo dos zines, viu um pouco dos vídeos sobre movimentos sociais, participou ou escutou em casa a programação cheia de entrevistas e intervenções na rádio Xibé, ou dançou com o rock das bandas de Tefé. A organização foi colaborativa.

III Mostra de Zines na UEA

III Mostra de Zines na UEA

Nesta sexta, dia 16/5/14, tem mostra de zines, oficina de rádio livre, vídeos, palestras e bandas na UEA de Tefé a partir das 14h e noite adentro.

Urgente - Grupo Saravá está prestes a perder seu principal servidor!

Urgente - Grupo Saravá está prestes a perder seu principal servidor!

Fonte: https://www.sarava.org/pt-br/node/102

PRIMEIRO ROUBO DE DADOS APÓS APROVAÇÃO DO MARCO CIVIL:
ATAQUE POLICIAL À PRIVACIDADE PODE OCORRER DEPOIS DE EVENTO NETMUNDIAL.

Por conta de um processo que corre em segredo de justiça contra a Rádio Muda, a mais antiga rádio livre em operação no Brasil, o principal servidor do Grupo Saravá poderá ser apreendido nesta próxima segunda-feira 28/04 às 13:00.

A Rádio teve seus equipamentos apreendidos mais uma vez em 24 de fevereiro deste ano[1]. Na esteira desse processo, a procuradoria do Ministério Público Federal prosseguiu o inquérito, desta vez mirando os dados disponíveis no site da rádio que possam identificar seus participantes. Uma requisição do MPF assinada pelo Procurador Edilson Vitorelli Diniz Lima formalizou o pedido.

O servidor do Grupo Saravá que está localizado na Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, hospedava a plataforma radiolivre.org, incluindo o site da Rádio Muda - muda.radiolivre.org, e hospeda outros diversos projetos de pesquisa e de extensão, relacionados além da Unicamp a outras universidades públicas brasileiras.

A insurgência de Flora Gonçalves entre as rádios livres e as antropologias - uma entrevista dialógica

A insurgência de Flora Gonçalves entre as rádios livres e as antropologias - uma entrevista dialógica

Entre 23 de novembro de 2013 e 19 de março de 2014 fizemos uma entrevista dialógica Guilherme Gitahy de Figueiredo (Guile), doutorando no Museu Nacional da UFRJ com a pesquisa "Inventando autonomias no Médio Solimões: histórias de vidas, rizomas e rádios livres", e Flora Rodrigues Gonçalves, autora da dissertação de mestrado "Rádios Livres: As controvérsias ainda pairam no ar? Uma análise antropológica das novas relações sociais de radiodifusão", defendida na UFMG em 2010.

Temos em comum a participação por anos em rádios livres e a pesquisa das nossas próprias vivências. Ela na Radiola, em Belo Horizonte (MG), e eu na rádio Muda de Campinas (SP) e depois nas rádios Pulga, no Rio de Janeiro, e Xibé de Tefé (AM). Porém, se me considero um pesquisador engajado, Flora afirmou ser uma insurgente. Ela silenciou quando perguntei o que queria dizer com isso. Elaborar uma definição seria, talvez, trair a sua insurgência. Entendi desta entrevista que a insurgência de Flora é a sua entrega aos fluxos de vida, não se deixando domesticar pelos formalismos da pesquisa científica, militância ou mesmo de uma entrevista.

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